Como sabe, esta Organização Didática oferece um direcionamento para os seus estudos semanais e para a realização das atividades do curso. Nesta semana, você tem os seguintes recursos didáticos disponíveis:
O Cronograma do Bimestre 5 contém informações relevantes sobre as atividades de cada semana. Portanto, crie o hábito de checá-lo com frequência.

Nesta quarta semana, continuaremos a desenvolver o projeto integrador de modo colaborativo.
Acesse o documento Orientações Gerais sobre o Projeto Integrador do Bimestre 5 sempre que necessário.
O espaço do Projeto Integrador no AVA contém os recursos tecnológicos que auxiliarão o grupo no desenvolvimento do projeto.

Nesta semana, você apredenderá sobre Mapas Conceituais. Acesse os seguintes recursos educacionais:
Não se esqueça de que é necessário postar no Portfólio aquilo que você compreendeu do material didático e dos conteúdos trabalhados nesta semana. Bom trabalho!

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Bacharel em Química com Atribuições Industriais (1998), Licenciado em Química (2000), Mestre em Ciências na área de concentração: Química Analítica (2001) e Doutor em Química na área de concentração: Química Analítica (2004), todos pela USP. Contratado em 2005 como professor doutor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH/USP Leste), junto ao curso de Licenciatura em Ciências da Natureza. Foi aprovado em concurso público na área de Educação em Química em 2008, efetivando-se como docente da EACH/USP. Coordena o Grupo de Pesquisa Mapas Conceituais, que conta com alunos de iniciação científica e de pós-graduação. É orientador credenciado no Programa de Pós-graduação Interunidades em Ensino de Ciências da USP (Área de Concentração: Ensino de Química) desde 2005 e no Programa de Pós-graduação em Educação da FE/USP (Área Temática: Ensino de Ciências e Matemática) desde 2010. Sua linha de pesquisa abrange o uso do mapeamento conceitual como ferramenta para a gestão da informação e do conhecimento, e de forma a estimular a aprendizagem significativa e colaborativa em organizações como sala de aula, grupos de pesquisa e corporações/empresas.

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Nessa aula, você vai entender que os mapas conceituais são um tipo especial de organizador gráfico, formado por proposições que explicitam as relações entre os conceitos. Verá também como instalar o programa CmapTools.

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Nessa aula, você vai conhecer quais são as etapas principais para elaborar bons mapas conceituais utilizando o programa CmapTools. Bons mapas são representações fidedignas do nosso conhecimento e podem revelar erros e imprecisões conceituais.

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Nessa aula, você vai entender porque é importante organizar os conceitos hierarquicamente para facilitar o entendimento do seu mapa. Você também aprenderá a usar a Tabela de Clareza Proposicional para garantir a clareza das suas proposições.

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Nessa aula, você vai verificar como os mapas conceituais podem ser úteis para estimular a aprendizagem colaborativa. Um exemplo prático envolvendo interdisciplinaridade e currículo é discutido para ilustrar esse fato.

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Abaixo, você encontrará o material didático da semana 4 da disciplina Psicologia da Aprendizagem. Estude o texto-base e aproveite também os textos, o vídeo e o website de apoio, que o ajudarão na aprendizagem sobre mapas conceituais.
1. Como fazer bons mapas conceituais? Estabelecendo parâmetros de referências e propondo atividades de treinamento
Joana Guilares Aguiar e Paulo Rogério Miranda Correia

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
No Portfólio de Psicologia da Aprendizagem, você deverá incluir o que compreendeu do material didático e dos conteúdos trabalhados nesta semana.

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
1. As várias direções do conhecimento
Márcio Ferrari
2. A teoria subjacente aos mapas conceituais e como elaborá-los e usá-los
Joseph D. Novak e Alberto J. Cañas
3. Nova abordagem para identificar conexões disciplinares usando mapas conceituais: em busca da interdisciplinaridade no Ensino Superior
Paulo Rogério Miranda Correia e colaboradores
4. Mapeamento conceitual como estratégia para romper fronteiras disciplinares: a isomeria nos sistemas biológicos
Paulo Rogério Miranda Correia, John W. A. Donner Jr e Maria Elena Infante-Malachias

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas

13. O que são mapas conceituais?
14. Como elaborar bons mapas conceituais?
15. O que eu faço para melhorar meus mapas conceituais?
16. Como usar mapas conceituais em atividades colaborativas
Os mapas conceituais são organizadores gráficos com grande potencial para estimular a aprendizagem por meio de hipertextos.
Acesse o site do Grupo de Pesquisa em Mapas Conceituais para obter mais informações sobre as pesquisas nesta área.

Acesse o material didático disponível para o estudo desta semana:
Lembre-se de realizar o Portfólio de Educação e Inclusão Social e postar no AVA. Bom trabalho!

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Possui Licenciatura Plena em Matemática pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (1985), mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1994) e doutorado em Educação (Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000). É Livre-Docente em "Formação de Professores para uma Escola Digital e Inclusiva" pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (2015). Atualmente é professora adjunta da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e coordenadora acadêmica do Programa Rede São Paulo de Formação Docente (Redefor). Atuou como Coordenadora Geral de Políticas Pedagógicas na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECADI) do MEC (2001). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação na Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Formação de Professores, Abordagem CCS, Educação Especial e Inclusiva e Educação a Distância.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Educação da UFSCar, na linha de pesquisa “Formação de Professores e outros agentes educacionais, novas tecnologias e ambientes de aprendizagem”. Mestra em Educação Especial (UFSCar). Especializações: Gestão Educacional (UNESP); Planejamento e Implementação e Gestão da Educação a Distância (UFF) em andamento. Graduações: Licenciatura em Educação Física (UNESP) e Pedagogia (UNINOVE). Áreas de atuação e pesquisa: Formação de Recursos Humanos em Educação e Educação Especial relacionados aos seguintes temas: Educação a Distância, Gestão Educacional, Tecnologia da Informação e Comunicação, Inclusão Escolar, Acessibilidade, Tecnologia Assistiva e produção de materiais didáticos para a EaD.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Educação da UFSCar, na linha de pesquisa “Formação de Professores e outros agentes educacionais, novas tecnologias e ambientes de aprendizagem”. Mestra em Educação Especial (UFSCar). Especializações: Gestão Educacional (UNESP); Planejamento e Implementação e Gestão da Educação a Distância (UFF) em andamento. Graduações: Licenciatura em Educação Física (UNESP) e Pedagogia (UNINOVE). Áreas de atuação e pesquisa: Formação de Recursos Humanos em Educação e Educação Especial relacionados aos seguintes temas: Educação a Distância, Gestão Educacional, Tecnologia da Informação e Comunicação, Inclusão Escolar, Acessibilidade, Tecnologia Assistiva e produção de materiais didáticos para a EaD.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Essa aula propõe a apresentação das classes especiais e o uso de recursos que possibilitam a integração com o ensino regular.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
As professoras propõem que o debate da inclusão social na perspectiva da educação deve prever a integração entre família e a escola. Dessa forma, o ideal de autonomia possibilita um desenvolvimento melhor dos envolvidos no processo educacional.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Nesta videoaula, as professoras discutirão o papel da informática na educação inclusiva e o debate a respeito do seu status de metodologia e/ou de tecnologia. Além disso, um ambiente potencializador para a inclusão será utilizado como exemplo e serão apresentados recursos de TDIC para a escola inclusiva, como os Objetos de Aprendizagem.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
As professoras irão discutir sobre práticas pedagógicas inclusivas que permitam o desenvolvimento de processos de aprendizagem e de avaliação dentro do contexto da melhoria do ensino.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Aqui você encontra o conteúdo didático da Semana 4 de Educação e Inclusão Social. Acesse os recursos educacionais para aprofundar seus conhecimentos sobre os temas trabalhados na semana.
1. Objetos de aprendizagem como recurso pedagógico em contextos inclusivos: subsídios para a formação de professores a distância
Lívia Bardy, Maria Cristina Hayashi, Elisa Schlünzen e Manoel Osmar Seabra Junior

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
1. Slides da videoaula 13
Elisa Schlünzen, Cicera Malheiro e Danielle Nascimento
2. Slides da videoaula 14
Elisa Schlünzen, Cicera Malheiro e Danielle Nascimento
3. Slides da videoaula 15
Elisa Schlünzen, Cicera Malheiro e Danielle Nascimento
4. Slides da videoaula 16
Elisa Schlünzen, Cicera Malheiro e Danielle Nascimento

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Represente o que aprendeu com o conteúdo desta semana no Portfólio de Educação e Inclusão Social.

13. A articulação entre o serviço de Educação Especial e o Ensino Regular: Recursos, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
14. Família e Escola: Projetos Articuladores
15. Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação para a Escola Inclusiva
16. Planejamento, práticas pedagógicas e avaliação para Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
1. Gestão da Informação
Klaus Schlünzen Júnior
2. Objetos de aprendizagem: uma proposta de recurso pedagógico/Organização
Carmem Lúcia Prata, Anna Christina Aun de Azevedo Nascimento
3. Caderno de formação: formação de conteúdos
Elisa Schlünzen
4. Cartilhas e Livros de apoio
Aqui neste link você poderá encontrar diversas Cartilhas e Livros para aprofundar seus conhecimentos sobre Educação Especial.

Os recursos didáticos que devem ser estudados são:
Não se esqueça de compilar no Portfólio da disciplina aquilo que você compreendeu das videoaulas e materiais didáticos desta semana.

7. Panorama das políticas ambientais brasileiras
8. Instrumentos das políticas ambientais 1: Padrão de qualidade ambiental
Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade de São Paulo (2006), mestrado em Agronegócios pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008) e doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental pela Universidade de São Paulo (2014). Tem experiência na área de Políticas Ambientais com foco em áreas protegidas.

7. Panorama das políticas ambientais brasileiras
8. Instrumentos das políticas ambientais 1: Padrão de qualidade ambiental
O que é política? Em qual nível de planejamento encontra-se a política? Qual o conteúdo das políticas? Quem são os agentes? Exemplo da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA).

7. Panorama das políticas ambientais brasileiras
8. Instrumentos das políticas ambientais 1: Padrão de qualidade ambiental
Os princípios das Políticas Ambientais (PNRH; PNEA; PNMC; PNRS; PNMA); Instrumentos das políticas ambientais; Exemplo do instrumento: padrão de qualidade ambiental.

7. Panorama das políticas ambientais brasileiras
8. Instrumentos das políticas ambientais 1: Padrão de qualidade ambiental
Estude os textos-base que aprofundam a temática discutida nas videoaulas e aproveite os textos de apoio que auxiliam no entendimento das políticas de meio ambiente. Bons estudos!
1. O que são políticas públicas?
Secretaria do Meio Ambiente
2. Instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente
Lei no 6.938

7. Panorama das políticas ambientais brasileiras
8. Instrumentos das políticas ambientais 1: Padrão de qualidade ambiental
1. Resolução CONAMA
Conselho Nacional do Meio Ambiente
2. Painel da Qualidade Ambiental
Secretaria do Meio Ambiente (organizado por Fabiano Eduardo Lagazzi Figueiredo)

7. Panorama das políticas ambientais brasileiras
8. Instrumentos das políticas ambientais 1: Padrão de qualidade ambiental
1 - Compile no Portfólio de Meio Ambiente e Sustentabilidade aquilo que você compreendeu das videoaulas e materiais didáticos desta semana, conforme as instruções disponibilizadas na semana.
2 - Atenção: está disponível o gabarito com a resolução da atividade de Portfólio da Semana 2.

Nas próximas páginas, você terá acesso ao material didático da semana 4:
Não se esqueça de compor o Portfólio de Inglês III com a resolução da atividade proposta para a semana.

4. Getting around
Cursando doutorado em Linguística Aplicada pela PUC-SP, na Área de Tecnologia e Educação (Letramento Digital de professores de Línguas), mestre em Linguística Aplicada e especialista em Magistério do Ensino Superior pela PUC-SP, graduada em Letras (Licenciatura Plena Português-Inglês), Tradução e Interpretação (Português-Inglês) e Pedagogia. Atualmente, é Coordenadora de Inglês na Universidade Virtual do Estado de São Paulo - Univesp, Consultora do Departamento de Educação do Conselho Britânico de São Paulo, membro do Grupo de Pesquisa GEALIN (PUC-SP). É professora de língua Inglesa na FATEC Ipiranga e co-fundadora da startup (In)formação LAB, uma empresa dedicada ao letramento digital de professores, pais e alunos. Foi Coordenadora do Projeto de Língua Inglesa e de Intercâmbio Cultural das FATECs do Estado de São Paulo. Possui experiência em design de cursos e materiais didáticos para o ensino de Inglês a distância, em publicações na área de linguística aplicada e tecnologia, em organização de congressos nacionais e internacionais e palestras.

4. Getting around
Mestranda em Linguística Aplicada pela PUC-SP, na área de Linguagem, Educação e Tecnologia. Graduada em Design pela Universidade Bandeirantes de São Paulo (UNIBAN). Atua como designer educacional e professora de Inglês para Fins Específicos. É membro do grupo de pesquisa Gealin - Abordagem Instrumental e Ensino-aprendizagem de Línguas em Contextos Diversos, da PUC-SP, e assistente editorial da Revista Acadêmica The ESPecialist, do Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da PUC-SP. Possui experiência em design de cursos e materiais educacionais nos contextos presencial e digital, ensino-aprendizagem de Inglês para Fins Específicos, formação de professores, tradução, organização de congressos, letramento digital e integração de novas tecnologias para fins educacionais.

4. Getting around
Profissional com mais de 20 anos de experiência na área de educação, formação contínua de professores de língua inglesa, elaboração de cursos de língua inglesa nas modalidades presencial e a distância, empreendedorismo social e cooperação internacional. Especialista em gerenciamento de projetos, desenvolvimento curricular, testes, ensino de inglês como segunda língua, formação de professores de inglês, marketing on-line, parcerias sem fins lucrativos para os negócios, aquisição de clientes, sistemas operacionais, gerenciamento de programas, desenvolvimento web, WordPress, planejamento estratégico e mapeamento de processos.

4. Getting around
Ao final da Aula 4, esperamos que você: compreenda mais expressões/instruções e estruturas usadas para orientações (directions); consiga compreender instruções para se chegar a um local.

4. Getting around
Abaixo, você pode acessar o Percurso da Semana 4 e o texto-base desta semana, que aprofunda a temática abordada na videoaula.
Percurso da semana 4
Você irá embarcar em uma viagem, mas quem escolhe os caminhos é você! Acesse o Percurso da Semana 4, que contém uma organização alternativa para o acesso aos conteúdos de Inglês III.

4. Getting around
Acesse o texto-base de Inglês III no formato de sua preferência:
Texto-base - Getting Around
Simone Telles Martins Ramos, Fernanda Katherine Asega e Melanie Brooks
Texto-base interativo - Getting Around
Simone Telles Martins Ramos, Fernanda Katherine Asega e Melanie Brooks

4. Getting around
Responda às atividades do texto-base desta semana, que ajudam na compreensão dos temas abordados nos conteúdos da disciplina.

4. Getting around
Responda à atividade de Portfólio desta semana e encaminhe a resolução pelo Portfólio de Inglês III.

Ao longo desta Organização Didática, você pôde estudar o recursos educacionais disponibilizados para a semana 4. Esta apresentação linear visa facilitar os seus estudos.
Reserve um tempo para trabalhar individualmente no Portfólio de cada disciplina. Além disso, não se esqueça de que é necessário trabalhar colaborativamente em mais uma etapa do Projeto Integrador.

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